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Utilizador:Manika/Testes: diferenças entre revisões

Fonte: Sarkarverse
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!Tradução para o português<ref group="nb">Traduzido por Acarya Muktatmananda Avadhuta        </ref>
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|Ákáshe áj tárár málá
|Álo áṋdháre háy din ket́e jáy
Maner májhe andhakár
Tumi ekhano to ele ná


Kár vihane rátri dine
Tabu dekhi álo d́háke ghana kálo


Kleshságar ameya apár
Áṋdhár javaniká sare ná


|Today on sky is the garland of a star;
|Alas, with light and dark, day goes by;
Within its mind is darkness.
Until now, still You did not arrive.


Night and day in absence of its Maker,
Though I see dense black concealed by light,


The sea of woe is immense beyond measure.
The dark curtain, it draws not aside.
|'''Hoje no céu a grinalda de uma estrela;'''
|'''Alas, com claro e escuro, o dia passa;'''
'''Dentro de sua mente há escuridão.'''  
'''Até agora, ainda você não chega.'''


'''Dia e noite na ausência de seu criador,'''
'''Embora eu veja negro denso escondido pela luz,'''


'''O mar de tristeza e imenso e além de medidas.'''
'''A cortina escura, não se abre para os lados.'''
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|Phuler vane neiko suvás
|Phulera mrdu hási haye jáy bási
Candravihiin ákásh udás
Ráteri gahane niirave


Tuhine nei shiitalatá
Púrńimár sudhá náshe káler kśudhá


Svádvihiin madhu asár
Gráse cáṋde ráhu garave
|In flower garden there is no sweet fragrance;
Without moon, the heavens are indifferent.


In frost there is no soothing coolness;
Sab dekhe jái mane duhkha pái


Flavorless, the honey lacks its substance.
Kichu je kahite pári ná
|'''No jardim de flores não há fragrância doce;'''
|The flower's tender smile becomes frowsy,
'''Sem lua, os céus estão indiferentes.'''
Silently, within the night's obscurity.


'''Na geada não há frescor calmante.'''
Full-moon's light is consumed by time's hunger...


'''Sem gosto, o mel não tem substância.'''  
Moon, a morsel when the demon [[wikipedia:Rahu|Rahu]] swaggers.
 
Viewing all, in the mind such pain I get;
 
Even a bit of it I can't express.
|'''O suave sorriso de flores se torna desleixado,'''
'''Silenciosamente, dentro da obscuridade da noite.'''
 
'''A luz da lua cheia e consumida pela fome do tempo...'''
 
'''Lua, um bocado quando o demônio ''Rahu'' bravata.'''
 
'''Vendo tudo isso, na mente que dor eu tenho;'''
 
'''Mesmo um pouquinho dela não consigo exprimir.'''  
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|Kaláp-hiin mayúr birase
|Shudhái mane mane tomáre gopane
Keṋde bhole práńocchváse
Kena e álo cháyá kalpaná


Nrtyacapal carań jugal
Balo ná balo ná balo ná ámáre


Bhuleche chanda ebár
Kena je e dhará racaná
|Without his tail, the peacock is glum;
|Inwardly, I ask of You in the utmost privacy:
Crying, he spurns life's exuberance.
What purpose serves this light-and-shade fancy?


A pair of feet once restless to dance,
Won't You please tell, won't You tell me


Now they've become cadence-oblivious.
Why this world came into being?
|'''Sem seu rabo, o Pavão está taciturno.'''
|'''Internamente eu peco a você em máxima privacidade:'''
'''Chorando, ele rejeita a exuberância da vida.'''
'''A que proposito servira este capricho de luz-e-sombra?'''


'''Um par de pés uma vez ansioso por dançar,'''
'''Não me dirias por favor, não me dirias'''


'''Agora eles se tornaram alheios ao ritmo.'''
'''Para que este mundo veio a existir.'''
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== Notas ==
== Notas ==
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== Gravaçōes ==
== Gravaçōes ==


* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1000-1999-f/1116%20Akasher%20aj%20tarar%20mala.mp3 canção] Ákáshe áj tárár málá cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse
* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1000-1999-f/1117%20Alo%20andhare%20hay%20din%20je%20kete%20jay.mp3 canção] Álo áṋdháre háy din ket́e jáy cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse


[[Canção 1116 Ákáshe áj tárár málá|<br /><br /><br /><br />Canção 1116 Ákáshe áj tárár málá]]
[[Canção 1117 Álo áṋdháre háy din ket́e jáy|<br /><br /><br /><br />Canção 1117 Álo áṋdháre háy din ket́e jáy]]

Revisão das 17h46min de 1 de outubro de 2026

Letra

Escrita romana Traduçao para o inglés Tradução para o português[nb 1]
Álo áṋdháre háy din ket́e jáy

Tumi ekhano to ele ná

Tabu dekhi álo d́háke ghana kálo

Áṋdhár javaniká sare ná

Alas, with light and dark, day goes by;

Until now, still You did not arrive.

Though I see dense black concealed by light,

The dark curtain, it draws not aside.

Alas, com claro e escuro, o dia passa;

Até agora, ainda você não chega.

Embora eu veja negro denso escondido pela luz,

A cortina escura, não se abre para os lados.

Phulera mrdu hási haye jáy bási

Ráteri gahane niirave

Púrńimár sudhá náshe káler kśudhá

Gráse cáṋde ráhu garave

Sab dekhe jái mane duhkha pái

Kichu je kahite pári ná

The flower's tender smile becomes frowsy,

Silently, within the night's obscurity.

Full-moon's light is consumed by time's hunger...

Moon, a morsel when the demon Rahu swaggers.

Viewing all, in the mind such pain I get;

Even a bit of it I can't express.

O suave sorriso de flores se torna desleixado,

Silenciosamente, dentro da obscuridade da noite.

A luz da lua cheia e consumida pela fome do tempo...

Lua, um bocado quando o demônio Rahu bravata.

Vendo tudo isso, na mente que dor eu tenho;

Mesmo um pouquinho dela não consigo exprimir.

Shudhái mane mane tomáre gopane

Kena e álo cháyá kalpaná

Balo ná balo ná balo ná ámáre

Kena je e dhará racaná

Inwardly, I ask of You in the utmost privacy:

What purpose serves this light-and-shade fancy?

Won't You please tell, won't You tell me

Why this world came into being?

Internamente eu peco a você em máxima privacidade:

A que proposito servira este capricho de luz-e-sombra?

Não me dirias por favor, não me dirias

Para que este mundo veio a existir.

Notas

  1. ↑ Traduzido por Acarya Muktatmananda Avadhuta

Gravaçōes

  • Ouça a canção Álo áṋdháre háy din ket́e jáy cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse





Canção 1117 Álo áṋdháre háy din ket́e jáy