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Utilizador:Manika/Testes: diferenças entre revisões

Fonte: Sarkarverse
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!Escrita romana
!Escrita romana
!Traduçao para o inglés
!Traduçao para o inglés
!Tradução para o português<ref group="nb">Traduzido pela família universal    </ref>
!Tradução para o português<ref group="nb">Traduzido por Acarya Muktatmananda Avadhuta        </ref>
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|Nandanavana manthana kari
|Álor jharńádhárá neve eseche
Candanamadhu ániyáchi (ámi)
Kár tare bala kár tare


Páriját phulparága mákháno
Kanakavarńá se je rúpádhárá


Paráńer sudhá d́háliyáchi (ámi)
Dúr kare dila sab áṋdháre
|Churning a pleasure garden;
I bring away sandal and honey.


Spreading the pollen of amaranth,
|A cascade of light has come down;
Do say on whose account.


I dispense the nectar of life.
That golden-colored stream of beauty,
|'''Remexendo o jardim celestial,'''
'''Trouxe comigo o sândalo e o mel.'''<ref group="nb">Talvez significando doce fragrância e doce sabor.</ref>


'''Espalhando pólen da flor de párijáta,'''<ref group="nb">O parijat (Nyctanthes arbor-tristis) é uma flor perene. Tanto na poesia ocidental quanto na oriental, representa uma beleza que não desaparece e, de forma mais ampla, a imortalidade.
It made distant all things gloomy.
|'''Uma cascada de luz veio abaixo;'''
'''Fale por conta de quem?'''


"párijáta" (পারিজাত) refere-se especificamente a uma árvore sagrada na mitologia hindu (''Nyctanthes arbor-tristis''), conhecida por sua associação com o divino.
'''Aquele córrego cor de ouro de beleza.'''


*Razões para manter o termo original: Parijat e não Amaranth - Evita confusão – "Amaranth" pode ser entendido como a planta da família Amaranthaceae, que não tem ligação direta com o contexto do poema.
'''Deixou distante tudo que era sombrio.'''  
 
Mantém a referência cultural – O párijáta é um símbolo importante na tradição indiana e tem significados espirituais e mitológicos que se perderiam se fosse traduzido.</ref>
 
'''Derramei o néctar da vida.'''
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|(Takhan) Júthi parimal sajala samiire
|Nava rúpe rúpáyiita hala sab tarulatá
Bhese calechilo dúr nabhe
Nava bháve hindolita hala mánavatá
 
Maner kamal práńe ucchal
 
Phut́echilo nija vaebhave
 
(Ámi) Tári májhkháne basiyá vijane
 
Tomá lági málá gáṋthiyáchi (ámi)
|At that time, on a moist breeze, jasmine fragrance
Had drifted down from the distant heavens.
 
My mental lotus, its heart swelling,
 
Had blossomed in self-realization.
 
Amid that transition, sitting in seclusion,
 
I am threading a garland for Thee.
|'''Naquele momento, na brisa úmida,'''
'''O perfume do jasmim flutuava do céu distante.'''
 
'''O lótus da mente, transbordando na alma,'''


'''Florescia em sua auto-realização.'''
Sudhá d́hele dile akátare
|Painted in new hues were all creepers and trees;
Under the sway of new ideas was humanity.


'''Foi nesse instante, sentado na solidão,'''
You poured ambrosia lavishly.
|'''Pintado em novos tons estavam todas as trepadeiras e arvores;'''
'''Sob a influência de novas ideias estava a humanidade.'''


'''Que teci uma guirlanda para Ti.'''
'''Você despejou ambrosia abundantemente.'''  
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|(Takhan) Tamála kuiṋje puiṋje puiṋje
|Gandhe varńe rúpe sushobhita hala phul
Álo áṋdhárite bhrṋgerá
Ujjvala jalavindu muktátul
 
Cuyá candane aekya táne
 
Tomáre barite práńbhará
 
Jut́echilo jata bhrṋgerá
 
(Ámi) Sei pariveshe basiyá áveshe


Tomá lági gán raciyáchi (ámi)
Sundara májhe cirasundara dila dhará
|At that time, assembling in the [[wikipedia:Cinnamomum_tamala|tamal]] grove,
Were bumblebees, both light and dark.


With sandal perfume and tonal accord,
Ahetukii krpá kare
|In scent, shape, and color, flowers were well-adorned;
Like pearls were the shiny drops of water.


To greet You wholeheartedly,
Amid beauty the E'er-Lovely allowed His embrace,


Those bees had been gathering.
Having rendered unwarranted grace.
|'''Em aroma, forma, e cor, flores estavam bem decoradas;'''
'''Como perolas eram os brilhantes gotas d’agua.'''


Enraptured by this very atmosphere,
'''Entre beleza sempre adorável permitiu o seu abraço,'''


I am composing my songs to Thee.
'''Tendo concedido graça injustificada.'''
|'''Naquele momento, no bosque de tamala*,'''<ref group="nb">A caminho de [[wikipedia:Vrindavan|Vrindavana]], [[wikipedia:Chaitanya_Mahaprabhu|Caitanya Mahaprabhu]] fez uma pausa em uma floresta de tamala para meditar. Diz-se que sua iluminação espiritual ocorreu ali. Embora não seja confirmado, esta canção parece ser uma homenagem a esse santo e reformador social bengali do início do século XVI, mais conhecido por sua popularização do kiirtana e por seus esforços para unir as comunidades hindu e muçulmana na Índia.
 
* tamála'''"''' (''তামাল'')  se refere a uma árvore específica da Índia, a Tamal (Garcinia xanthochymus ou Diospyros montana), que tem grande importância na poesia e espiritualidade indiana. O tamála é tradicionalmente associado ao Senhor Krishna e frequentemente aparece na literatura devocional. No contexto do poema, ele não é apenas uma árvore comum, mas um cenário sagrado.</ref>
'''As abelhas, claras e escuras, se reuniam.'''
 
'''Unidas pelo sândalo e pelo acorde da melodia,'''
 
'''Para Te saudar de coração pleno,'''
 
'''Elas se juntaram em harmonia.'''
 
'''Naquele ambiente, tomado pelo êxtase,'''
 
'''Compus meus cânticos para Ti.'''
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== Notas ==
== Notas ==
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== Gravaçōes ==
== Gravaçōes ==
* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1-999-f/___320%20NANDANA%20VAN%20MANTHANA%20KARI.mp3 canção] Nandanavana manthana kari, candanamadhu ániyáchi cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse


* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1000-1999-f/1092%20A%27LOR%20JHARN%27A%27%20DHA%27RA%27%20NEVE%20ESECHE.mp3 canção] Álor jharńádhárá neve eseche cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse


[[Canção 0320 Nandanavana manthana kari, candanamadhu ániyáchi|<br />Canção 0320 Nandanavana manthana kari, candanamadhu ániyáchi]]
[[Canção 1092 Álor jharńádhárá neve eseche|<br /><br /><br /><br />Canção 1092 Álor jharńádhárá neve eseche]]

Edição atual desde as 22h06min de 15 de setembro de 2026

Letra

Escrita romana Traduçao para o inglés Tradução para o português[nb 1]
Álor jharńádhárá neve eseche

Kár tare bala kár tare

Kanakavarńá se je rúpádhárá

Dúr kare dila sab áṋdháre

A cascade of light has come down;

Do say on whose account.

That golden-colored stream of beauty,

It made distant all things gloomy.

Uma cascada de luz veio abaixo;

Fale por conta de quem?

Aquele córrego cor de ouro de beleza.

Deixou distante tudo que era sombrio.

Nava rúpe rúpáyiita hala sab tarulatá

Nava bháve hindolita hala mánavatá

Sudhá d́hele dile akátare

Painted in new hues were all creepers and trees;

Under the sway of new ideas was humanity.

You poured ambrosia lavishly.

Pintado em novos tons estavam todas as trepadeiras e arvores;

Sob a influência de novas ideias estava a humanidade.

Você despejou ambrosia abundantemente.

Gandhe varńe rúpe sushobhita hala phul

Ujjvala jalavindu muktátul

Sundara májhe cirasundara dila dhará

Ahetukii krpá kare

In scent, shape, and color, flowers were well-adorned;

Like pearls were the shiny drops of water.

Amid beauty the E'er-Lovely allowed His embrace,

Having rendered unwarranted grace.

Em aroma, forma, e cor, flores estavam bem decoradas;

Como perolas eram os brilhantes gotas d’agua.

Entre beleza sempre adorável permitiu o seu abraço,

Tendo concedido graça injustificada.

Notas

  1. Traduzido por Acarya Muktatmananda Avadhuta

Gravaçōes

  • Ouça a canção Álor jharńádhárá neve eseche cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse





Canção 1092 Álor jharńádhárá neve eseche