Saltar para o conteúdo

Utilizador:Manika/Testes: diferenças entre revisões

Fonte: Sarkarverse
Manika (discussão | contribs)
sandbox 1688
Manika (discussão | contribs)
sandbox 1887
 
(Há 29 edições intermédias do mesmo utilizador que não estão a ser apresentadas)
Linha 6: Linha 6:
!Tradução para o português<ref group="nb">Traduzido por Krsna Dias        </ref>
!Tradução para o português<ref group="nb">Traduzido por Krsna Dias        </ref>
|-
|-
|Rudra tomár viśáńa bejeche
|Rekho ná kathá rekho
Kálabaeshákhiir sure sure
Mor samádhite gul


Kśudra bhávaná kothá bhese geche
Káṋt́á thákile thákuk


Ghora ghúrńira huḿkáre
Vyathá náhi páy bulbul


|Rudra,[[https://sarkarverse.org/wiki/Rudra_tomar_visana_bejeche#cite_note-5 nb2]] Your horn has resounded,
|Don't keep Your word, but do keep
With the tunes of [[wikipedia:Nor'westers|nor'westers.]]
A rose upon my grave.


Narrow-minded thoughts, where have they drifted off,
If thorns remain, then let them stay;


Amid frightful cyclone's roar?
The [[wikipedia:Bulbul|nightingale]] gets no pain.
|'''Rudra,'''<ref group="nb">Na tradição védica, Rudra é um deus da tempestade, frequentemente associado a Shiva. No entanto, a descrição de Sarkar sobre Rudra segue, em geral, linhas mais tântricas. Em Ananda Vacanamrtam, Sarkar descreve Rudra da seguinte forma: Neste universo, a entidade orientadora é única; não há espaço para multiplicidades. Essa entidade única que orienta e dirige tudo é o pai, o preceptor e o guru de todos. “Eko hi rudrah.” Este Rudra é uma entidade singular. Rudra significa “aquele que faz chorar”... As pessoas choram devido a uma dor ou prazer intensos, ou seja, quando a tristeza se torna insuportável ou quando a alegria se torna avassaladora. Em ambos os casos, Parama Puruśa merece o nosso agradecimento. É por isso que Ele é Rudra... Se apenas ríssemos, o drama não seria tão interessante, e se apenas chorássemos, o drama não seria tão agradável. O drama de Parama Puruśa nunca é monótono ou enfadonho. [<nowiki/>[[Anandamurti, Shrii Shrii "The Divine Drama" Ananda Vacanamrtam Part 7|3]]]</ref> '''Sua trombeta ressoou,'''
|'''Não mantenha Sua palavra, mas mantenha'''
'''Com as melodias dos ventos do noroeste.'''
'''Uma rosa sobre meu túmulo.'''


'''Pensamentos tacanhos, para onde se foram,'''
'''Se os espinhos permanecerem, deixe-os ficar;'''


'''Em meio ao rugido assustador do ciclone?'''
'''O rouxinol não sente dor.'''
|-
|-
|Dhúlir ástarańe shyámalimá
|Chot́a patauṋga áloy
Háráyeche tár cikan tanimá
Ásite páre chut́e


Varjita haye sab madhurimá
Puŕite páre pákhá


Veńuvana káṋde háhákáre
Priiti jete páre t́ut́e
|Neath a sheet of dust is the greenery;
Lost has got its glossy subtlety.


All sweetness is become obsolete;
Tái jvelo ná cirág


In lamentation, bamboo groves weep.
Áṋdháre dulbo dodul
|'''Sob uma camada de poeira está a vegetação;'''
|A tiny moth, with a lantern,
'''Sua sutileza brilhante se perdeu.'''
For approaching, it can rush...


'''Toda a doçura se tornou obsoleta;'''
Wings can burn,


'''Em lamentação, os bosques de bambu choram.'''
Can be abandoned, to reach love.
 
Therefore, don't light a lamp;
 
Dangling in the dark I'll vacillate.
|'''Uma pequena mariposa, com uma lanterna,'''
'''Ao se aproximar, pode se precipitar...'''
 
'''As asas podem queimar,'''
 
'''Podem ser abandonadas, para alcançar o amor.'''
 
'''Portanto, não acenda uma lâmpada;'''
 
'''Balançando no escuro, eu vacilarei.'''
|-
|-
|Alas áveshe ár tháká nay
|Trńer ástarań ná cái
Samayer nay vrthá apacay
Jadi carańdhúli pái


Calo milemishe rudra áshise
Nibhrte kabarete


Rudreri rośe jujhiváre
Bhásáye dobo elocúl
|There is no more staying idly preoccupied,
|Bed of grass I don't request
No more scope for futile waste of time.
If dust of feet I get.


By the boon of Rudra, all of you, come on alike,
In solitude, to the tomb


Vying with the Stormgod's ire.
I'll let sail unkempt hair.
|'''Não há mais tempo para ficar ociosamente preocupado,'''
|'''Cama de grama eu não peço'''
'''Não há mais espaço para perda de tempo.'''
'''Se poeira dos pés eu receber.'''


'''Pela bênção de Rudra, todos vocês, venham juntos,'''
'''Na solidão, para o túmulo'''


'''Competindo com a ira do Deus da Tempestade.'''
'''Deixarei navegar cabelos despenteados.'''
|}
|}
== Notas ==
== Notas ==
Linha 68: Linha 80:


== Gravaçōes ==
== Gravaçōes ==
* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1000-1999-f/1688%20Rudra%20tomar%20visana%20bejeche.mp3 canção] Rudra tomár viśáńa bejeche cantada por Sharmistha Roy em Sarkarverse
* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1000-1999-f/1887%20REKHO%20NA%27%20KATHA%27%20REKHO%20MOR.mp3 canção] Rekho ná kathá rekho cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse


[[Canção 1688 Rudra tomár viśáńa bejeche|<br /><br /><br /><br />Canção 1688 Rudra tomár viśáńa bejeche]]
[[Canção 1887 Rekho ná kathá rekho|<br /><br /><br /><br />Canção 1887 Rekho ná kathá rekho]]

Edição atual desde as 05h33min de 25 de junho de 2026

Letra

Escrita romana Traduçao para o inglés Tradução para o português[nb 1]
Rekho ná kathá rekho

Mor samádhite gul

Káṋt́á thákile thákuk

Vyathá náhi páy bulbul

Don't keep Your word, but do keep

A rose upon my grave.

If thorns remain, then let them stay;

The nightingale gets no pain.

Não mantenha Sua palavra, mas mantenha

Uma rosa sobre meu túmulo.

Se os espinhos permanecerem, deixe-os ficar;

O rouxinol não sente dor.

Chot́a patauṋga áloy

Ásite páre chut́e

Puŕite páre pákhá

Priiti jete páre t́ut́e

Tái jvelo ná cirág

Áṋdháre dulbo dodul

A tiny moth, with a lantern,

For approaching, it can rush...

Wings can burn,

Can be abandoned, to reach love.

Therefore, don't light a lamp;

Dangling in the dark I'll vacillate.

Uma pequena mariposa, com uma lanterna,

Ao se aproximar, pode se precipitar...

As asas podem queimar,

Podem ser abandonadas, para alcançar o amor.

Portanto, não acenda uma lâmpada;

Balançando no escuro, eu vacilarei.

Trńer ástarań ná cái

Jadi carańdhúli pái

Nibhrte kabarete

Bhásáye dobo elocúl

Bed of grass I don't request

If dust of feet I get.

In solitude, to the tomb

I'll let sail unkempt hair.

Cama de grama eu não peço

Se poeira dos pés eu receber.

Na solidão, para o túmulo

Deixarei navegar cabelos despenteados.

Notas

  1. Traduzido por Krsna Dias

Gravaçōes

  • Ouça a canção Rekho ná kathá rekho cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse





Canção 1887 Rekho ná kathá rekho