Saltar para o conteúdo

Utilizador:Manika/Testes: diferenças entre revisões

Fonte: Sarkarverse
Manika (discussão | contribs)
sandbox 1872
Manika (discussão | contribs)
sandbox 1887
 
(Há 14 edições intermédias do mesmo utilizador que não estão a ser apresentadas)
Linha 4: Linha 4:
!Escrita romana
!Escrita romana
!Traduçao para o inglés
!Traduçao para o inglés
!Tradução para o português<ref group="nb">Traduzido por Ravikánta Schwabe       </ref>
!Tradução para o português<ref group="nb">Traduzido por Krsna Dias       </ref>
|-
|-
|(Niil) Ákáshe tárár deshe
|Rekho ná kathá rekho
Kii sauṋgiit bhese áse
Mor samádhite gul


Bhuvan cheye man mátiye
Káṋt́á thákile thákuk


Kon se sudúrer áveshe
Vyathá náhi páy bulbul


|On blue sky in starry territory,
|Don't keep Your word, but do keep
Which music comes a-floating,
A rose upon my grave.


Having blanketed the world and intoxicated psyche
If thorns remain, then let them stay;


With some unknown ecstasy from a remote sphere?
The [[wikipedia:Bulbul|nightingale]] gets no pain.
|'''No céu azul em território estrelado,'''
|'''Não mantenha Sua palavra, mas mantenha'''
'''Que música vem flutuando,'''
'''Uma rosa sobre meu túmulo.'''


'''Tendo coberto o mundo e intoxicado a psique'''
'''Se os espinhos permanecerem, deixe-os ficar;'''


'''Com algum êxtase desconhecido de uma esfera remota?'''
'''O rouxinol não sente dor.'''
|-
|-
|Bojhár bodhi nái je ámár
|Chot́a patauṋga áloy
Urdhva páne cái shata bár
Ásite páre chut́e


Bhávi he priya sabákár
Puŕite páre pákhá


Gán geye jáo kiser áshe
Priiti jete páre t́ut́e
|I don't have the wisdom of comprehension,
Though a hundred times I look upward...


Hey everyone's Beloved, I wonder,
Tái jvelo ná cirág


With what hope do You go on singing?
Áṋdháre dulbo dodul
|'''Não tenho a sabedoria da compreensão,'''
|A tiny moth, with a lantern,
'''Embora centenas de vezes olhe para cima...'''
For approaching, it can rush...


'''Ei, amado de todos, eu me pergunto,'''
Wings can burn,


'''Com que esperança Você continua cantando?'''
Can be abandoned, to reach love.
 
Therefore, don't light a lamp;
 
Dangling in the dark I'll vacillate.
|'''Uma pequena mariposa, com uma lanterna,'''
'''Ao se aproximar, pode se precipitar...'''
 
'''As asas podem queimar,'''
 
'''Podem ser abandonadas, para alcançar o amor.'''
 
'''Portanto, não acenda uma lâmpada;'''
 
'''Balançando no escuro, eu vacilarei.'''
|-
|-
|Bhuvan joŕá rúp je tomár
|Trńer ástarań ná cái
Thai náhi páy buddhi ámár
Jadi carańdhúli pái


Jukti tarka sabi asár
Nibhrte kabarete


Krpár kańái sheśe bháse
Bhásáye dobo elocúl
|Paired to the world is a beauty that is Yours;
|Bed of grass I don't request
Its depth my intellect does not discover...
If dust of feet I get.


Fruitless is all logic and reason;
In solitude, to the tomb


In the end emerges only a speck of mercy.
I'll let sail unkempt hair.
|'''Emparelhada com o mundo está uma beleza que é Sua;'''
|'''Cama de grama eu não peço'''
'''Sua profundidade meu intelecto não descobre...'''
'''Se poeira dos pés eu receber.'''


'''Infrutífera é toda lógica e razão;'''
'''Na solidão, para o túmulo'''


'''No final, surge apenas um grão de misericórdia.'''
'''Deixarei navegar cabelos despenteados.'''
|}
|}
== Notas ==
== Notas ==
Linha 68: Linha 80:


== Gravaçōes ==
== Gravaçōes ==
* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1000-1999-f/1872%20NIIL%20A%27KA%27SHE%20TA%27RA%27R%20DESHE%20KII%20SAM%27GIITA%20BHESE%20A%27SE%202.mp3 canção] Niil ákáshe tárár deshe cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse
* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1000-1999-f/1887%20REKHO%20NA%27%20KATHA%27%20REKHO%20MOR.mp3 canção] Rekho ná kathá rekho cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse


[[Canção 1872 Niil ákáshe tárár deshe|<br /><br /><br /><br />Canção 1872 Niil ákáshe tárár deshe]]
[[Canção 1887 Rekho ná kathá rekho|<br /><br /><br /><br />Canção 1887 Rekho ná kathá rekho]]

Edição atual desde as 05h33min de 25 de junho de 2026

Letra

Escrita romana Traduçao para o inglés Tradução para o português[nb 1]
Rekho ná kathá rekho

Mor samádhite gul

Káṋt́á thákile thákuk

Vyathá náhi páy bulbul

Don't keep Your word, but do keep

A rose upon my grave.

If thorns remain, then let them stay;

The nightingale gets no pain.

Não mantenha Sua palavra, mas mantenha

Uma rosa sobre meu túmulo.

Se os espinhos permanecerem, deixe-os ficar;

O rouxinol não sente dor.

Chot́a patauṋga áloy

Ásite páre chut́e

Puŕite páre pákhá

Priiti jete páre t́ut́e

Tái jvelo ná cirág

Áṋdháre dulbo dodul

A tiny moth, with a lantern,

For approaching, it can rush...

Wings can burn,

Can be abandoned, to reach love.

Therefore, don't light a lamp;

Dangling in the dark I'll vacillate.

Uma pequena mariposa, com uma lanterna,

Ao se aproximar, pode se precipitar...

As asas podem queimar,

Podem ser abandonadas, para alcançar o amor.

Portanto, não acenda uma lâmpada;

Balançando no escuro, eu vacilarei.

Trńer ástarań ná cái

Jadi carańdhúli pái

Nibhrte kabarete

Bhásáye dobo elocúl

Bed of grass I don't request

If dust of feet I get.

In solitude, to the tomb

I'll let sail unkempt hair.

Cama de grama eu não peço

Se poeira dos pés eu receber.

Na solidão, para o túmulo

Deixarei navegar cabelos despenteados.

Notas

  1. Traduzido por Krsna Dias

Gravaçōes

  • Ouça a canção Rekho ná kathá rekho cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse





Canção 1887 Rekho ná kathá rekho