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Utilizador:Manika/Testes: diferenças entre revisões

Fonte: Sarkarverse
Manika (discussão | contribs)
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!Escrita romana
!Escrita romana
!Traduçao para o inglés
!Traduçao para o inglés
!Tradução para o português<ref group="nb">Traduzido por Ravikánta Schwabe       </ref>
!Tradução para o português<ref group="nb">Traduzido por Krsna Dias       </ref>
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|Saritá bahiyá jáy
|Rekho ná kathá rekho
Kár tare balo kár tare
Mor samádhite gul


Sakal bádhá bheuṋgecure jáy
Káṋt́á thákile thákuk


Ke se d́eke jáy táháre
Vyathá náhi páy bulbul


|The river goes on flowing,
|Don't keep Your word, but do keep
Due to Whom, please say on Whose account...
A rose upon my grave.


All obstacles get powdered down;
If thorns remain, then let them stay;


Who is the One keeps calling it?
The [[wikipedia:Bulbul|nightingale]] gets no pain.
|'''O rio continua fluindo,'''
|'''Não mantenha Sua palavra, mas mantenha'''
'''Devido a Quem, por favor, diga por conta de Quem...'''
'''Uma rosa sobre meu túmulo.'''


'''Todos os obstáculos são pulverizados;'''
'''Se os espinhos permanecerem, deixe-os ficar;'''


'''Quem é Aquele que continua chamando?'''
'''O rouxinol não sente dor.'''
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|Ali chut́e jáy kusumer páne
|Chot́a patauṋga áloy
Madhur áshete mádhavii vitáne
Ásite páre chut́e


Tuśite táhare práń bhará gáne
Puŕite páre pákhá


Marmer táre táre
Priiti jete páre t́ut́e
|Toward blossom, the bee goes racing,
Hoping for honey, neath canopy of [[wikipedia:Hiptage_benghalensis|madhavi.]]..


To please it with a song sincere
Tái jvelo ná cirág


On strings of inmost feelings.
Áṋdháre dulbo dodul
|'''Em direção à flor, a abelha corre,'''
|A tiny moth, with a lantern,
'''Esperando pelo mel, sob o dossel de madhavi [Nb] ...'''
For approaching, it can rush...


'''Para agradá-la com uma canção sincera'''
Wings can burn,


'''Nas cordas dos sentimentos mais íntimos.'''
Can be abandoned, to reach love.
 
Therefore, don't light a lamp;
 
Dangling in the dark I'll vacillate.
|'''Uma pequena mariposa, com uma lanterna,'''
'''Ao se aproximar, pode se precipitar...'''
 
'''As asas podem queimar,'''
 
'''Podem ser abandonadas, para alcançar o amor.'''
 
'''Portanto, não acenda uma lâmpada;'''
 
'''Balançando no escuro, eu vacilarei.'''
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|-
|Hiyár paribhu áloŕan kari
|Trńer ástarań ná cái
Ke se ajáná rahiyáche bhari
Jadi carańdhúli pái


Sab sattáy ápluta kari
Nibhrte kabarete


Bodhátiita abhisáre
Bhásáye dobo elocúl
|Heart's Ruler, galvanizing,
|Bed of grass I don't request
Who is He, the Unknown One, making replete...
If dust of feet I get.


Propelling every entity
In solitude, to the tomb


Unto love's rendezvous beyond understanding?
I'll let sail unkempt hair.
|'''Governante do coração, galvanizante,'''
|'''Cama de grama eu não peço'''
'''Quem é Ele, o Desconhecido, tornando repleto...'''
'''Se poeira dos pés eu receber.'''


'''Impulsionando todas as entidades'''
'''Na solidão, para o túmulo'''


'''Para o encontro do amor além da compreensão?'''
'''Deixarei navegar cabelos despenteados.'''
|}
|}
== Notas ==
== Notas ==
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== Gravaçōes ==
== Gravaçōes ==
* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1000-1999-f/1873%20SARITA%27%20BAHIYA%27%20JA%27Y%2C%20KA%27R%20TARE%20BOLO%2C%20KA%27R%20TARE.mp3 canção] Saritá bahiyá jáy cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse
* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1000-1999-f/1887%20REKHO%20NA%27%20KATHA%27%20REKHO%20MOR.mp3 canção] Rekho ná kathá rekho cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse


[[Canção 1873 Saritá bahiyá jáy|<br /><br /><br /><br />Canção 1873 Saritá bahiyá jáy]]
[[Canção 1887 Rekho ná kathá rekho|<br /><br /><br /><br />Canção 1887 Rekho ná kathá rekho]]

Edição atual desde as 05h33min de 25 de junho de 2026

Letra

Escrita romana Traduçao para o inglés Tradução para o português[nb 1]
Rekho ná kathá rekho

Mor samádhite gul

Káṋt́á thákile thákuk

Vyathá náhi páy bulbul

Don't keep Your word, but do keep

A rose upon my grave.

If thorns remain, then let them stay;

The nightingale gets no pain.

Não mantenha Sua palavra, mas mantenha

Uma rosa sobre meu túmulo.

Se os espinhos permanecerem, deixe-os ficar;

O rouxinol não sente dor.

Chot́a patauṋga áloy

Ásite páre chut́e

Puŕite páre pákhá

Priiti jete páre t́ut́e

Tái jvelo ná cirág

Áṋdháre dulbo dodul

A tiny moth, with a lantern,

For approaching, it can rush...

Wings can burn,

Can be abandoned, to reach love.

Therefore, don't light a lamp;

Dangling in the dark I'll vacillate.

Uma pequena mariposa, com uma lanterna,

Ao se aproximar, pode se precipitar...

As asas podem queimar,

Podem ser abandonadas, para alcançar o amor.

Portanto, não acenda uma lâmpada;

Balançando no escuro, eu vacilarei.

Trńer ástarań ná cái

Jadi carańdhúli pái

Nibhrte kabarete

Bhásáye dobo elocúl

Bed of grass I don't request

If dust of feet I get.

In solitude, to the tomb

I'll let sail unkempt hair.

Cama de grama eu não peço

Se poeira dos pés eu receber.

Na solidão, para o túmulo

Deixarei navegar cabelos despenteados.

Notas

  1. Traduzido por Krsna Dias

Gravaçōes

  • Ouça a canção Rekho ná kathá rekho cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse





Canção 1887 Rekho ná kathá rekho