Utilizador:Manika/Testes: diferenças entre revisões
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| | |Ámi tomáy jáni | ||
E kathá balite páribo ná | |||
Ná ná ná | |||
E kathá balite páribo ná | |||
|You I do know... | |||
| | I won't be able to say so. | ||
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''' | No, no, no; | ||
I won't be able to say so. | |||
|'''Eu te conheço''' | |||
'''Mas não consigo dizer isso.''' | |||
'''Não, não, não...''' | |||
'''Não consigo dizer isso.''' | |||
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| | |Cená hayeo tumi ajáná go | ||
Ajáná rágete bájáo viińá | |||
|Even when noticed, unknown You remain; | |||
With unknown music the [[wikipedia:Veena|veena]] You play. | |||
|'''Mesmo sendo reconhecível, Tu permaneces desconhecido,''' | |||
'''Com uma música que ninguém conhece, tocas Tua veena divina'''<ref group="nb">Aparentemente, trata-se de uma referência a Shiva, a quem Sarkar atribui a invenção da ''veena''.</ref>'''.''' | |||
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|Diighir jale jabe kamal phot́e | |||
Cáṋder álo jakhan dhuloy lot́e | |||
Jágarańe jáy nidrá t́ut́e | |||
Tomár se mádhurii bhulibo ná | |||
|When a lotus in lake water happens to bloom, | |||
When rolling in dust is the light of the moon, | |||
Then slumber gets shattered with resurgence; | |||
''' | That kindness of Yours I will not forget. | ||
|'''Quando desabrocha o lótus nas águas do lago,''' | |||
'''Quando a luz da lua se revolve na poeira,''' | |||
''' | '''Quando o sono se rompe pela vigília'''<ref group="nb">Esses três versos parecem se referir ao advento de Táraka Brahma. Quando Ele surge em forma física, polariza o mundo, desfaz o sono da ignorância e traz uma transformação progressiva.</ref> '''—''' | ||
'''Tua doçura, jamais esquecerei.''' | |||
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| | |Tumi áŕále thekeo sab kichu je | ||
Gopan theke mohan báṋshii báje | |||
Eká tumi ácho anek sáje | |||
Anek náme rúpe chande náná | |||
| | |Though You are concealed, everything is just You; | ||
From a hidden location plays Your hypnotic flute. | |||
You are but one, dressed in multiple garments, | |||
With multiple names, in form and rhythm different. | |||
|''' | |'''Mesmo oculto, és tudo que existe;''' | ||
''' | '''De um canto escondido, Tua flauta encantada ressoa'''<ref group="nb">Pode ser uma referência a Kṛṣṇa, frequentemente retratado tocando uma flauta. Mas, se for o caso, presumivelmente se trataria de Shiva manifestado como Kṛṣṇa.</ref>'''.''' | ||
''' | '''Tu és Um só, mas Te vestes de muitas formas,''' | ||
''' | '''Com muitos nomes, em ritmos e formas diversas.''' | ||
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* Ouça a | * Ouça a canção Ámi tomáy jáni cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse | ||
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[[Canção | [[Canção 0609 Ámi tomáy jáni]] | ||
Revisão das 02h56min de 5 de julho de 2025
Letra
| Escrita romana | Traduçao para o inglés | Tradução para o português[nb 1] |
|---|---|---|
| Ámi tomáy jáni
E kathá balite páribo ná Ná ná ná E kathá balite páribo ná |
You I do know...
I won't be able to say so. No, no, no; I won't be able to say so. |
Eu te conheço
Mas não consigo dizer isso. Não, não, não... Não consigo dizer isso. |
| Cená hayeo tumi ajáná go
Ajáná rágete bájáo viińá |
Even when noticed, unknown You remain;
With unknown music the veena You play. |
Mesmo sendo reconhecível, Tu permaneces desconhecido,
Com uma música que ninguém conhece, tocas Tua veena divina[nb 2]. |
| Diighir jale jabe kamal phot́e
Cáṋder álo jakhan dhuloy lot́e Jágarańe jáy nidrá t́ut́e Tomár se mádhurii bhulibo ná |
When a lotus in lake water happens to bloom,
When rolling in dust is the light of the moon, Then slumber gets shattered with resurgence; That kindness of Yours I will not forget. |
Quando desabrocha o lótus nas águas do lago,
Quando a luz da lua se revolve na poeira, Quando o sono se rompe pela vigília[nb 3] — Tua doçura, jamais esquecerei. |
| Tumi áŕále thekeo sab kichu je
Gopan theke mohan báṋshii báje Eká tumi ácho anek sáje Anek náme rúpe chande náná |
Though You are concealed, everything is just You;
From a hidden location plays Your hypnotic flute. You are but one, dressed in multiple garments, With multiple names, in form and rhythm different. |
Mesmo oculto, és tudo que existe;
De um canto escondido, Tua flauta encantada ressoa[nb 4]. Tu és Um só, mas Te vestes de muitas formas, Com muitos nomes, em ritmos e formas diversas. |
Notas
- ↑ Traduzido pela familía universal
- ↑ Aparentemente, trata-se de uma referência a Shiva, a quem Sarkar atribui a invenção da veena.
- ↑ Esses três versos parecem se referir ao advento de Táraka Brahma. Quando Ele surge em forma física, polariza o mundo, desfaz o sono da ignorância e traz uma transformação progressiva.
- ↑ Pode ser uma referência a Kṛṣṇa, frequentemente retratado tocando uma flauta. Mas, se for o caso, presumivelmente se trataria de Shiva manifestado como Kṛṣṇa.
Gravaçōes
- Ouça a canção Ámi tomáy jáni cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse