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!Tradução para o português<ref group="nb">Traduzido por Ravikánta Schwabe        </ref>
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|Ei bhule jáoyá vrajabhúmite
|Ei phágune sauṋgopane
Tumi ábár eso he murári
Ele ki shyám vrndávane


Áj jamuná ujáne bahe ná
Phele ásá bhálabásá


Sethá báje náko madhu báṋsharii
Gopiirá sab paŕlo mane


|To this neglected land of [[wikipedia:Braj|Braja]],
|On this very [[wikipedia:Phalguna|Phalgun]][[https://sarkarverse.org/wiki/Ei_phagune_saungopane#cite_note-4 nb2]] secretly,
Oh Demon-Slayer, please do come again.
Did Shyama[[https://sarkarverse.org/wiki/Ei_phagune_saungopane#cite_note-5 nb3]] come to Vrndavan?


Today the [[wikipedia:Yamuna|Jamuna]] flows not upstream,
The love of yore,


Nor does Your sweet [[wikipedia:Bansuri|flute]] resound there.
It came to mind of all [[wikipedia:Gopi|gopiis]].
|'''Para esta terra negligenciada de Braja'''<ref group="nb">Kanpur, onde essa música foi apresentada, fica na periferia sul de Braja. Na época em que essa música foi apresentada (1984), toda a área geocultural de Braja estava em ruínas devido a uma longa negligência. Esse ainda é o caso hoje.</ref>
|'''Neste mesmo Phalgun'''<ref group="nb">Para apreciar plenamente essa música, é preciso considerar o fato de que Sarkar chegou a Kanpur (uma cidade na periferia sul de Braja) no início do mês de Phalgun. Em 15 de fevereiro de 1984, quando essa canção foi apresentada, faltavam apenas alguns dias para a lua cheia.</ref>''', secretamente,'''
'''Óh caçador de demônios'''<ref group="nb">Murá (মুরা) foi um general do rei Narakasura, que atacou Dvaraka, a capital do reino de Krśńa. Segundo a lenda, no dia anterior ao Diipavali (o dia da lua nova do mês de Karttik, aproximadamente de meados de outubro a meados de novembro), a esposa de Krśńa, Satyabhámá, derrotou e matou Narakasura. Entretanto, atribui-se a Krśńa a morte anterior do general de Narakasura, Murá. Por isso, Krśńa às vezes é chamado de Murári (মুরারি). De acordo com a mitologia, tanto Narakasura quanto Murá eram demônios. Portanto, Murári pode ser traduzido livremente como “matador de demônios”.</ref> '''por favor, venha novamente.'''
'''Shyama'''<ref group="nb">Um nome de Krsna.</ref> '''veio a Vrndavan?'''


'''Hoje o Jamuna'''<ref group="nb">O rio Jamuna está intimamente associado à história de Krsna em sua vida inicial como Vraja Gopal. Na noite tempestuosa do nascimento de Krsna, diz-se que o Jamuna se separou e abriu caminho para o pai de Krsna, Vasudeva, levando Krsna para um lugar seguro. Além disso, Krsna e seus amigos de infância costumavam brincar nas margens do Jamuna. </ref> '''não flui rio acima,'''
'''O amor de outrora,'''


'''Nem Sua doce flauta ressoa ali.'''
'''Veio à mente de todas as gopiis.'''
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|Kadambatale kare náko khelá
|Ambudhárá háte niye
Tava sáthe ár vrajabálakerá
Práńer sudhá chit́iye diye


Mákhan curir bhayete gopiirá
Tamál-kuiṋje tál miliye


D́háke náko ár kat́orá
Nece ele áj viháne
|Taking clouds in hand
And sprinkling vital nectar,


Tabu tárá ájo mane práńe jáne
Attuned to beat in groves of [[wikipedia:Cinnamomum_tamala|bay-leaf]],


Tumi kevali táderi
Dancing, You arrived this morning.
|Under the [[wikipedia:Neolamarckia_cadamba|kadam tree]], no play happens
|'''Tomando nuvens na mão'''
Of the Braja boys with Yourself.
'''E aspergindo néctar vital,'''


The dairymaids in fear of butter's theft,
'''Sintonizada com a batida em bosques de folhas de louro,'''


No longer do they hide their goblets;
'''Dançando, Você chegou esta manhã.'''
 
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But till now nonetheless, they feel deeply
|Man mátáno báṋshiir táne
 
Bhásiye dile ei bhuvane
You are always theirs only.
|'''Sob a árvore kadam, nenhuma brincadeira acontece'''
'''Dos meninos Braja com Você.'''


'''As leiteiras, com medo do roubo da manteiga,'''
Je phág chilo vrndávane
 
'''Não mais escondem suas taças;'''
 
'''Mas até agora, no entanto, elas sentem profundamente'''
 
'''Você é sempre só delas.'''
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|Jamunár tat́e rúperi hát́e
Tamál-kuiṋje gokulera bát́e


Oŕnáy mukh d́háká gopiká
Chaŕálo tá vishva mane
|With mind-whelming flute's musical notes,
In this cosmos You set us afloat.


Shudháy ná kathá tomári
The ''phág[[https://sarkarverse.org/wiki/Ei_phagune_saungopane#cite_note-6 nb4]]'' that was in Vrndavan,
|In markets of cosmetics on the banks of Jamuna,
In groves of [[wikipedia:Cinnamomum_tamala|bay-leaf trees]] upon the Gokul paths,


The milkmaid's daughter, face encased by ''[[wikipedia:Dupatta|orna]]'',
It spread through psyche of the universe.
|'''Com as notas musicais de uma flauta que domina a mente,'''
'''Neste cosmos, Você nos pôs a flutuar.'''


Regarding Thee does she ask?
'''O phág'''<ref group="nb">Essa é outra referência ao mês de Phalgun, quando a primavera é inaugurada com o festival variavelmente chamado Holi, Dolyatra ou Vasantotsava. Nesse festival, as pessoas brincam com as cores, principalmente com um corante vermelho conhecido como abir ou phag. Esse festival de primavera é mais comumente celebrado no dia de lua cheia de Phalgun.</ref> '''que estava em Vrndavan,'''
|'''Nos mercados de cosméticos às margens do Jamuna,'''
'''Nos bosques de louro nos caminhos de Gokul,'''


'''A filha da leiteira, com o rosto envolto em orna, ela pergunta por Ti?'''
'''Espalhou-se pela psique do universo.'''
|}
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== Notas ==
== Notas ==
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== Gravaçōes ==
== Gravaçōes ==
* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1000-1999-f/1249%20EI%20BHU%27LI%20JA%27OA%27%20VRAJA%20BHU%27MITE.mp3 canção] Ei bhule jáoyá vrajabhúmite cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse  
* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1000-1999-f/1250%20Ei%20phagune%20saungopane.mp3 canção] Ei phágune sauṋgopane cantada por Acarya Tattvavedananda Avadhuta em Sarkarverse
* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1000-1999-f/1250%20EI%20PHA%27GUNE%20SAM%27GOPANE%20ELO%20KI%20SHYA%27M%20VRINDA%27VANE.mp3 canção] Ei phágune sauṋgopane cantada por Krishna Dutta em Sarkarverse  


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[[Canção 1249 Ei bhule jáoyá vrajabhúmite]]
[[Canção 1250 Ei phágune sauṋgopane]]