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Utilizador:Manika/Testes: diferenças entre revisões

Fonte: Sarkarverse
Manika (discussão | contribs)
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Manika (discussão | contribs)
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!Escrita romana
!Escrita romana
!Traduçao para o inglés
!Traduçao para o inglés
!Tradução para o português<ref group="nb">Traduzido por Ravikánta Schwabe       </ref>
!Tradução para o português<ref group="nb">Traduzido por Mayajiit Braga       </ref>
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|D́eke d́eke ámár din phurálo
|Ámár gráme jáiyo re bandhu
Diner sheśe ghumer deshe
Suvarńarekhá pár


Astácale ravi gelo
Suvarńarekhá pár re bandhu


Din phurálo
Suvarńarekhá pár


|My days were spent, calling and calling.
Báliyáŕir patht́i beye
At day's end, in realm of sleep,


Sun went neath Western mountain...
Samudrakinár


The day, it was finished.
|Dear friend, please go to my village,
|'''Meus dias foram gastos, chamando e chamando.'''
Across [[wikipedia:Subarnarekha_River|Subarnarekha]],
'''No final do dia, no reino do sono,'''


'''O sol se escondeu sob a montanha ocidental...'''<ref group="nb">Astácal (অস্তাচল) é uma montanha mitológica atrás da qual se diz que o sol desaparece quando se põe.</ref>
On far bank, oh my companion,


'''O dia terminou.'''
Across Subarnarekha.
 
Once the sand-dune path is passed,
 
Comes the seashore.
|'''Querido Amigo, por favor, vem ao meu vilarejo,'''
'''Na outra margem do Subarnarekha,'''<ref group="nb">O rio Subarnarekha atravessa Ananda Nagar. Literalmente, seu nome significa "filete de ouro" ou "linha dourada". Há, portanto, um duplo sentido aqui. A outra margem do Subarnarekha pode simbolizar o reino da consciência pura, que está além da camada mais elevada da mente.</ref>
 
'''Na margem distante, ó meu Companheiro,'''
 
'''Do outro lado do Subarnarekha.'''
 
'''Depois de passar pelas dunas'''
 
'''Até chegar à costa do mar.'''
|-
|Setháy jakhan súrja ot́he
Ákásh ságar rauṋe phot́e
 
Maner májhe se rauṋ jágáy
 
Ánanda apár
|Over there when sun does rise,
Ocean and sky in colors bloom;
 
Within the mind those hues induce
 
Unlimited delight.
|'''Lá, quando o sol se levanta,'''
'''Oceano e céu despontam em cores;'''
 
'''Dentro da mente, essas tonalidades despertam'''
 
'''Infinita alegria.'''
|-
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|Sabuj trńa kálo halo
|Kájubádám vaner májhe
Abujh man tá bujhe nilo
Rauṋiin pákhii sadái náce


Klánta vihag ghare elo
Gáḿcilerá dúr videshe


Khushiir álo kothá lukálo
Kare párápár
|Verdant grass became black;
|In the forest, cashew nuts
Foolish mind acknowledged that.
And mottled birds, forever they but dance;


The weary bird entered its nest;
While seagulls, to some distant land,


Joyous light, where did it vanish?
They make the journey cross.
|'''A grama verdejante tornou-se negra;'''
|'''Na floresta, cajueiros'''
'''A mente tola reconheceu isso.'''
'''E pássaros cheios de pintas dançam sem cessar;'''


'''O pássaro cansado entrou em seu ninho;'''
'''Enquanto as gaivotas, para terras distantes,'''


'''Alegre luz, onde foi parar?'''
'''Fazem sua travessia.'''
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|-
|Jáni vibhávariir sheśe
|Naoká khule dúrer gáne
Úśár álo áche base
Návike dháy sroter t́áne


Sei álokei pábár áshe
Chot́e se jaladhir páne


Nisháke man mene nilo
Bhinna cintá tár
|I know that at the end of night,
|In a far-flung song exists an unmoored ship,
Waiting is daybreak's light.
With sailors who chase current;


In hope of gaining that same light,
Unto the ocean that ship races,


Mind reconciled with the night.
Free from apprehension.
|'''Eu sei que no final da noite,'''
|'''No longínquo som da canção, Um navio está à deriva,'''
'''A espera é a luz do amanhecer.'''
'''Seu timoneiro segue o fluxo da corrente;'''


'''Na esperança de obter essa mesma luz,'''
'''Rumo ao oceano a embarcação navega,'''


'''A mente se reconciliou com a noite.'''
'''Livre de apreensão.'''
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== Notas ==
== Notas ==
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== Gravaçōes ==
== Gravaçōes ==
* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1000-1999-f/1241%20D%27EKE%20D%27EKE%20A%27MA%27R%20DIN%20PHURA%27LO.mp3 canção] D́eke d́eke ámár din phurálo cantada por Krishna Dutta em Sarkarverse  
* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1-999-f/___911%20A%27MA%27R%20GRA%27ME%20JA%27IO%20RE%20BANDHU.mp3 canção] Ámár gráme jáiyo re bandhu cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse  


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[[Canção 1241 D́eke d́eke ámár din phurálo]]
[[Canção 0911 Ámár gráme jáiyo re bandhu]]

Revisão das 09h58min de 29 de agosto de 2025

Letra

Escrita romana Traduçao para o inglés Tradução para o português[nb 1]
Ámár gráme jáiyo re bandhu

Suvarńarekhá pár

Suvarńarekhá pár re bandhu

Suvarńarekhá pár

Báliyáŕir patht́i beye

Samudrakinár

Dear friend, please go to my village,

Across Subarnarekha,

On far bank, oh my companion,

Across Subarnarekha.

Once the sand-dune path is passed,

Comes the seashore.

Querido Amigo, por favor, vem ao meu vilarejo,

Na outra margem do Subarnarekha,[nb 2]

Na margem distante, ó meu Companheiro,

Do outro lado do Subarnarekha.

Depois de passar pelas dunas

Até chegar à costa do mar.

Setháy jakhan súrja ot́he

Ákásh ságar rauṋe phot́e

Maner májhe se rauṋ jágáy

Ánanda apár

Over there when sun does rise,

Ocean and sky in colors bloom;

Within the mind those hues induce

Unlimited delight.

Lá, quando o sol se levanta,

Oceano e céu despontam em cores;

Dentro da mente, essas tonalidades despertam

Infinita alegria.

Kájubádám vaner májhe

Rauṋiin pákhii sadái náce

Gáḿcilerá dúr videshe

Kare párápár

In the forest, cashew nuts

And mottled birds, forever they but dance;

While seagulls, to some distant land,

They make the journey cross.

Na floresta, cajueiros

E pássaros cheios de pintas dançam sem cessar;

Enquanto as gaivotas, para terras distantes,

Fazem sua travessia.

Naoká khule dúrer gáne

Návike dháy sroter t́áne

Chot́e se jaladhir páne

Bhinna cintá tár

In a far-flung song exists an unmoored ship,

With sailors who chase current;

Unto the ocean that ship races,

Free from apprehension.

No longínquo som da canção, Um navio está à deriva,

Seu timoneiro segue o fluxo da corrente;

Rumo ao oceano a embarcação navega,

Livre de apreensão.

Notas

  1. Traduzido por Mayajiit Braga
  2. O rio Subarnarekha atravessa Ananda Nagar. Literalmente, seu nome significa "filete de ouro" ou "linha dourada". Há, portanto, um duplo sentido aqui. A outra margem do Subarnarekha pode simbolizar o reino da consciência pura, que está além da camada mais elevada da mente.

Gravaçōes

  • Ouça a canção Ámár gráme jáiyo re bandhu cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse



Canção 0911 Ámár gráme jáiyo re bandhu