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Utilizador:Manika/Testes: diferenças entre revisões

Fonte: Sarkarverse
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!Tradução para o português<ref group="nb">Traduzido por Kevalinii Martinez        </ref>
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|Álokojjval tumi bhare ácho manobhúmi
|Mát́ir pradiip jváliye rekhechi
Nitya satya tumi áloker páne dháo
Mát́ir ghare prabhu ájike


Sabár sakal cáoyá sabár sakal páoyá
Ámár balite kichu nái jagate


Sabete nihita theke asiime bhásáye jáo
Sár shudhu jenechi tomáke


|You are resplendent; You fill up the mental world.
|I have kept alit a lamp of clay;
You are eternal truth; You rush toward effulgence.
Lord, in my clay house on this day,


Everybody's every wish and every accomplishment,
Naught is there in the world to call it mine.


Lying hidden inside all, to Infinity You keep propelling.
You are the sole essence I have realized.
|Você é resplandecente; Você preenche o mundo mental.
|'''Eu mantive acesa uma lâmpada de barro;'''
Você é a verdade eterna; Você corre em direção ao esplendor.
'''Senhor, em minha casa de barro neste dia,'''


Todos os desejos e todas as realizações de todos,
'''Não há nada no mundo que eu possa chamar de meu.'''


Escondidos dentro de todos, Você continua impulsionando para o infinito.
'''Você é a única essência que eu percebi.'''
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|He prabhu tomáy ámi shata rúpe dekhechi
|Chilo ná ámár kichu nái je kichu
Ná jániyá tava dhúli báre báre mekhechi
Chut́echi áshá mariicikári pichu


Mohete marechi keṋde nijei nayana beṋdhe
Cáoyá ár ná cáoyá páoyá ár ná páoyá


E mor nigaŕe tumi nija háte khule dáo
Pralápe vilápe káṋdáy ámáke
|Hey Master, Yourself in a hundred forms I have seen;
|There was nothing mine, no, not a bit...
Unknowingly, time and again Your dust I have smeared.
Rapidly I've left behind the phantasm of expectation.


Closing my own eyes, in blind attachment I have cried bitterly;
Aspiration or reluctance, success or defeat,


From these fetters mine, with Your own hand You do release.
Raving and wailing, they but make me weep.
|Ei, Mestre, eu vi Você em centenas de formas;
|'''Não havia nada meu, não, nem um pouco...'''
Sem saber, repetidamente eu espalhei Sua poeira.
'''Rapidamente deixei para trás o fantasma da expectativa.'''


Fechando meus próprios olhos, em apego cego eu chorei amargamente;
'''Aspiração ou relutância, sucesso ou derrota,'''


De minhas próprias amarras, com suas próprias mãos Você me liberta.
'''Delírios e lamentações, eles só me fazem chorar.'''
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|Káche t́ene nii niko jadio káche peyechi
|Tandrá áse pathe mandánile háy
Karańiiya náhi kare mane vyathá diyechi
Kusuma surabhi atiiter májhe liin hay


Nijeri kumbhiipáke jaŕáyechi páke páke
Já dekhechi dunayane já bhevechi ánmane


E moha vipáke mor krpávári baraśáo
Sab niye dhará dáo manakorake
|Even when I've had You close, I never drew You near;
|Alas, with a gentle breeze comes napping on the path;
Not performing worthy deeds, I've given pain to psyche.
The fragrance of flowers, it vanishes amid the past.


In my private hell, I've twined myself, writhing and writhing;
What I've seen with two eyes and what I've only daydreamed,


On this my tragedy of delusion, You pour down waters of mercy.
With all that, grant embrace inside budding psyche.
|Mesmo quando eu O tinha por perto, nunca O aproximei;
|'''Ai de mim, com uma brisa suave vem o cochilo no caminho;'''
Não realizando ações dignas, causei dor à minha psique.
'''A fragrância das flores desaparece no meio do passado.'''


No meu inferno particular, eu me enrolei, contorcendo-me e contorcendo-me;
'''O que vi com meus dois olhos e o que apenas sonhei acordado,'''


Sobre essa minha tragédia de ilusão, Você derrama águas de misericórdia.
'''Com tudo isso, conceda o abraço dentro da psique em desenvolvimento.'''
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== Notas ==
== Notas ==
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== Gravaçōes ==
== Gravaçōes ==
* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1000-1999-f/1603%20A%27LOK%20UJJVALA%20TUMI%20BHARE%20A%27CHO.mp3 canção] Álokojjval tumi bhare ácho manobhúmi cantada por Krishna Dutta em Sarkarverse
* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1000-1999-f/1604%20MA%27T%27IR%20PRADIIP%20JVA%27LIYE%20REKHECHI.mp3 canção] Mát́ir pradiip jváliye rekhechi cantada por Krishna Dutta em Sarkarverse


[[Canção 1603 Álokojjval tumi bhare ácho manobhúmi|<br /><br /><br /><br />Canção 1603 Álokojjval tumi bhare ácho manobhúmi]]
[[Canção 1604 Mát́ir pradiip jváliye rekhechi|<br /><br /><br /><br />Canção 1604 Mát́ir pradiip jváliye rekhechi]]

Revisão das 06h02min de 27 de maio de 2026

Letra

Escrita romana Traduçao para o inglés Tradução para o português[nb 1]
Mát́ir pradiip jváliye rekhechi

Mát́ir ghare prabhu ájike

Ámár balite kichu nái jagate

Sár shudhu jenechi tomáke

I have kept alit a lamp of clay;

Lord, in my clay house on this day,

Naught is there in the world to call it mine.

You are the sole essence I have realized.

Eu mantive acesa uma lâmpada de barro;

Senhor, em minha casa de barro neste dia,

Não há nada no mundo que eu possa chamar de meu.

Você é a única essência que eu percebi.

Chilo ná ámár kichu nái je kichu

Chut́echi áshá mariicikári pichu

Cáoyá ár ná cáoyá páoyá ár ná páoyá

Pralápe vilápe káṋdáy ámáke

There was nothing mine, no, not a bit...

Rapidly I've left behind the phantasm of expectation.

Aspiration or reluctance, success or defeat,

Raving and wailing, they but make me weep.

Não havia nada meu, não, nem um pouco...

Rapidamente deixei para trás o fantasma da expectativa.

Aspiração ou relutância, sucesso ou derrota,

Delírios e lamentações, eles só me fazem chorar.

Tandrá áse pathe mandánile háy

Kusuma surabhi atiiter májhe liin hay

Já dekhechi dunayane já bhevechi ánmane

Sab niye dhará dáo manakorake

Alas, with a gentle breeze comes napping on the path;

The fragrance of flowers, it vanishes amid the past.

What I've seen with two eyes and what I've only daydreamed,

With all that, grant embrace inside budding psyche.

Ai de mim, com uma brisa suave vem o cochilo no caminho;

A fragrância das flores desaparece no meio do passado.

O que vi com meus dois olhos e o que apenas sonhei acordado,

Com tudo isso, conceda o abraço dentro da psique em desenvolvimento.

Notas

  1. Traduzido por Kevalinii Martinez

Gravaçōes

  • Ouça a canção Mát́ir pradiip jváliye rekhechi cantada por Krishna Dutta em Sarkarverse





Canção 1604 Mát́ir pradiip jváliye rekhechi