Utilizador:Manika/Testes: diferenças entre revisões
sandbox 0319 |
sandbox 0320 |
||
| Linha 6: | Linha 6: | ||
!Tradução para o português<ref group="nb">Traduzido pela família universal </ref> | !Tradução para o português<ref group="nb">Traduzido pela família universal </ref> | ||
|- | |- | ||
| | |Nandanavana manthana kari | ||
Candanamadhu ániyáchi (ámi) | |||
Páriját phulparága mákháno | |||
Paráńer sudhá d́háliyáchi (ámi) | |||
| | |Churning a pleasure garden; | ||
I bring away sandal and honey. | |||
Spreading the pollen of amaranth, | |||
I dispense the nectar of life. | |||
|''' | |'''Remexendo o jardim celestial,''' | ||
''' | '''Trouxe comigo o sândalo e o mel.'''<ref group="nb">Talvez significando doce fragrância e doce sabor.</ref> | ||
''' | '''Espalhando pólen da flor de párijáta,'''<ref group="nb">O parijat (Nyctanthes arbor-tristis) é uma flor perene. Tanto na poesia ocidental quanto na oriental, representa uma beleza que não desaparece e, de forma mais ampla, a imortalidade. | ||
''' | "párijáta" (পারিজাত) refere-se especificamente a uma árvore sagrada na mitologia hindu (''Nyctanthes arbor-tristis''), conhecida por sua associação com o divino. | ||
*Razões para manter o termo original: Parijat e não Amaranth - Evita confusão – "Amaranth" pode ser entendido como a planta da família Amaranthaceae, que não tem ligação direta com o contexto do poema. | |||
Mantém a referência cultural – O párijáta é um símbolo importante na tradição indiana e tem significados espirituais e mitológicos que se perderiam se fosse traduzido.</ref> | |||
'''Derramei o néctar da vida.''' | |||
|- | |- | ||
| | |(Takhan) Júthi parimal sajala samiire | ||
Bhese calechilo dúr nabhe | |||
Maner kamal práńe ucchal | |||
Phut́echilo nija vaebhave | |||
(Ámi) Tári májhkháne basiyá vijane | |||
Tomá lági málá gáṋthiyáchi (ámi) | |||
|At that time, on a moist breeze, jasmine fragrance | |||
Had drifted down from the distant heavens. | |||
My mental lotus, its heart swelling, | |||
Had blossomed in self-realization. | |||
Amid that transition, sitting in seclusion, | |||
''' | I am threading a garland for Thee. | ||
|'''Naquele momento, na brisa úmida,''' | |||
'''O perfume do jasmim flutuava do céu distante.''' | |||
''' | '''O lótus da mente, transbordando na alma,''' | ||
'''Florescia em sua auto-realização.''' | |||
'''Foi nesse instante, sentado na solidão,''' | |||
'''Que teci uma guirlanda para Ti.''' | |||
|- | |- | ||
| | |(Takhan) Tamála kuiṋje puiṋje puiṋje | ||
Álo áṋdhárite bhrṋgerá | |||
Cuyá candane aekya táne | |||
Tomáre barite práńbhará | |||
Jut́echilo jata bhrṋgerá | |||
(Ámi) Sei pariveshe basiyá áveshe | |||
Tomá lági gán raciyáchi (ámi) | |||
|At that time, assembling in the [[wikipedia:Cinnamomum_tamala|tamal]] grove, | |||
Were bumblebees, both light and dark. | |||
With sandal perfume and tonal accord, | |||
To greet You wholeheartedly, | |||
Those bees had been gathering. | |||
Enraptured by this very atmosphere, | |||
I am composing my songs to Thee. | |||
|'''Naquele momento, no bosque de tamala*,'''<ref group="nb">A caminho de [[wikipedia:Vrindavan|Vrindavana]], [[wikipedia:Chaitanya_Mahaprabhu|Caitanya Mahaprabhu]] fez uma pausa em uma floresta de tamala para meditar. Diz-se que sua iluminação espiritual ocorreu ali. Embora não seja confirmado, esta canção parece ser uma homenagem a esse santo e reformador social bengali do início do século XVI, mais conhecido por sua popularização do kiirtana e por seus esforços para unir as comunidades hindu e muçulmana na Índia. | |||
* tamála'''"''' (''তামাল'') se refere a uma árvore específica da Índia, a Tamal (Garcinia xanthochymus ou Diospyros montana), que tem grande importância na poesia e espiritualidade indiana. O tamála é tradicionalmente associado ao Senhor Krishna e frequentemente aparece na literatura devocional. No contexto do poema, ele não é apenas uma árvore comum, mas um cenário sagrado.</ref> | |||
'''As abelhas, claras e escuras, se reuniam.''' | |||
'''Unidas pelo sândalo e pelo acorde da melodia,''' | |||
'''Para Te saudar de coração pleno,''' | |||
'''Elas se juntaram em harmonia.''' | |||
''' | '''Naquele ambiente, tomado pelo êxtase,''' | ||
''' | '''Compus meus cânticos para Ti.''' | ||
|} | |} | ||
== Notas == | == Notas == | ||
| Linha 67: | Linha 105: | ||
== Gravaçōes == | == Gravaçōes == | ||
* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1-999-f/ | * Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1-999-f/___320%20NANDANA%20VAN%20MANTHANA%20KARI.mp3 canção] Nandanavana manthana kari, candanamadhu ániyáchi cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse | ||
[[Canção | [[Canção 0320 Nandanavana manthana kari, candanamadhu ániyáchi|<br />Canção 0320 Nandanavana manthana kari, candanamadhu ániyáchi]] | ||
Revisão das 01h32min de 6 de março de 2025
Letra
| Escrita romana | Traduçao para o inglés | Tradução para o português[nb 1] |
|---|---|---|
| Nandanavana manthana kari
Candanamadhu ániyáchi (ámi) Páriját phulparága mákháno Paráńer sudhá d́háliyáchi (ámi) |
Churning a pleasure garden;
I bring away sandal and honey. Spreading the pollen of amaranth, I dispense the nectar of life. |
Remexendo o jardim celestial,
Trouxe comigo o sândalo e o mel.[nb 2] Espalhando pólen da flor de párijáta,[nb 3] Derramei o néctar da vida. |
| (Takhan) Júthi parimal sajala samiire
Bhese calechilo dúr nabhe Maner kamal práńe ucchal Phut́echilo nija vaebhave (Ámi) Tári májhkháne basiyá vijane Tomá lági málá gáṋthiyáchi (ámi) |
At that time, on a moist breeze, jasmine fragrance
Had drifted down from the distant heavens. My mental lotus, its heart swelling, Had blossomed in self-realization. Amid that transition, sitting in seclusion, I am threading a garland for Thee. |
Naquele momento, na brisa úmida,
O perfume do jasmim flutuava do céu distante. O lótus da mente, transbordando na alma, Florescia em sua auto-realização. Foi nesse instante, sentado na solidão, Que teci uma guirlanda para Ti. |
| (Takhan) Tamála kuiṋje puiṋje puiṋje
Álo áṋdhárite bhrṋgerá Cuyá candane aekya táne Tomáre barite práńbhará Jut́echilo jata bhrṋgerá (Ámi) Sei pariveshe basiyá áveshe Tomá lági gán raciyáchi (ámi) |
At that time, assembling in the tamal grove,
Were bumblebees, both light and dark. With sandal perfume and tonal accord, To greet You wholeheartedly, Those bees had been gathering. Enraptured by this very atmosphere, I am composing my songs to Thee. |
Naquele momento, no bosque de tamala*,[nb 4]
As abelhas, claras e escuras, se reuniam. Unidas pelo sândalo e pelo acorde da melodia, Para Te saudar de coração pleno, Elas se juntaram em harmonia. Naquele ambiente, tomado pelo êxtase, Compus meus cânticos para Ti. |
Notas
- ↑ Traduzido pela família universal
- ↑ Talvez significando doce fragrância e doce sabor.
- ↑ O parijat (Nyctanthes arbor-tristis) é uma flor perene. Tanto na poesia ocidental quanto na oriental, representa uma beleza que não desaparece e, de forma mais ampla, a imortalidade.
"párijáta" (পারিজাত) refere-se especificamente a uma árvore sagrada na mitologia hindu (Nyctanthes arbor-tristis), conhecida por sua associação com o divino.
- Razões para manter o termo original: Parijat e não Amaranth - Evita confusão – "Amaranth" pode ser entendido como a planta da família Amaranthaceae, que não tem ligação direta com o contexto do poema.
- ↑ A caminho de Vrindavana, Caitanya Mahaprabhu fez uma pausa em uma floresta de tamala para meditar. Diz-se que sua iluminação espiritual ocorreu ali. Embora não seja confirmado, esta canção parece ser uma homenagem a esse santo e reformador social bengali do início do século XVI, mais conhecido por sua popularização do kiirtana e por seus esforços para unir as comunidades hindu e muçulmana na Índia.
- tamála" (তামাল) se refere a uma árvore específica da Índia, a Tamal (Garcinia xanthochymus ou Diospyros montana), que tem grande importância na poesia e espiritualidade indiana. O tamála é tradicionalmente associado ao Senhor Krishna e frequentemente aparece na literatura devocional. No contexto do poema, ele não é apenas uma árvore comum, mas um cenário sagrado.
Gravaçōes
- Ouça a canção Nandanavana manthana kari, candanamadhu ániyáchi cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse
Canção 0320 Nandanavana manthana kari, candanamadhu ániyáchi