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!Tradução para o português<ref group="nb">Traduzido pela família universal    </ref>
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|Dúr niilimáy hátcháni dey
|Nandanavana manthana kari
Sudúrer kon bandhu ámáy
Candanamadhu ániyáchi (ámi)


Bale se je more kena ácho dúre
Páriját phulparága mákháno


Eso eso mor áuṋináy
Paráńer sudhá d́háliyáchi (ámi)
|He beckons from blue yonder,
|Churning a pleasure garden;
Far away from me, an abiding friend.
I bring away sandal and honey.


He tells me: "Why are you afar...
Spreading the pollen of amaranth,


Come, please come, to My courtyard.
I dispense the nectar of life.
|'''Ele acena do azul distante,'''
|'''Remexendo o jardim celestial,'''
'''De muito longe, um amigo eterno.'''
'''Trouxe comigo o sândalo e o mel.'''<ref group="nb">Talvez significando doce fragrância e doce sabor.</ref>


'''Ele me diz: "Por que estás tão longe?...'''
'''Espalhando pólen da flor de párijáta,'''<ref group="nb">O parijat (Nyctanthes arbor-tristis) é uma flor perene. Tanto na poesia ocidental quanto na oriental, representa uma beleza que não desaparece e, de forma mais ampla, a imortalidade.


'''Vem, vem ao Meu pátio."'''
"párijáta" (পারিজাত) refere-se especificamente a uma árvore sagrada na mitologia hindu (''Nyctanthes arbor-tristis''), conhecida por sua associação com o divino.
 
*Razões para manter o termo original: Parijat e não Amaranth - Evita confusão – "Amaranth" pode ser entendido como a planta da família Amaranthaceae, que não tem ligação direta com o contexto do poema.
 
Mantém a referência cultural – O párijáta é um símbolo importante na tradição indiana e tem significados espirituais e mitológicos que se perderiam se fosse traduzido.</ref>
 
'''Derramei o néctar da vida.'''
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|Sájáye rekhechi táráder málá
|(Takhan) Júthi parimal sajala samiire
Kata rauṋe rúpe kata liilákhelá
Bhese calechilo dúr nabhe
 
Maner kamal práńe ucchal
 
Phut́echilo nija vaebhave
 
(Ámi) Tári májhkháne basiyá vijane


Áṋkhi mele dekho baddha gharete
Tomá lági málá gáṋthiyáchi (ámi)
|At that time, on a moist breeze, jasmine fragrance
Had drifted down from the distant heavens.


Ácho kata kleshe kata játanáy
My mental lotus, its heart swelling,
|"I've kept it bedecked with strings of stars,
With countless colorful forms and fond games.


Open your eyes and see behind closed doors,
Had blossomed in self-realization.


You have so many sorrows and so many pains."
Amid that transition, sitting in seclusion,
|'''"Enfeitei tudo com guirlandas de estrelas,'''
'''Com incontáveis cores, formas e brincadeiras.'''


'''Abre os olhos e vê atrás das portas fechadas,'''
I am threading a garland for Thee.
|'''Naquele momento, na brisa úmida,'''
'''O perfume do jasmim flutuava do céu distante.'''


'''Estás repleto de dores e sofrimentos."'''
'''O lótus da mente, transbordando na alma,'''
 
'''Florescia em sua auto-realização.'''
 
'''Foi nesse instante, sentado na solidão,'''
 
'''Que teci uma guirlanda para Ti.'''
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|Nútaner d́ák sadá diye jáy
|(Takhan) Tamála kuiṋje puiṋje puiṋje
Cira nútaner shudhu gán gáy
Álo áṋdhárite bhrṋgerá
 
Cuyá candane aekya táne
 
Tomáre barite práńbhará
 
Jut́echilo jata bhrṋgerá
 
(Ámi) Sei pariveshe basiyá áveshe
 
Tomá lági gán raciyáchi (ámi)
|At that time, assembling in the [[wikipedia:Cinnamomum_tamala|tamal]] grove,
Were bumblebees, both light and dark.
 
With sandal perfume and tonal accord,
 
To greet You wholeheartedly,
 
Those bees had been gathering.
 
Enraptured by this very atmosphere,
 
I am composing my songs to Thee.
|'''Naquele momento, no bosque de tamala*,'''<ref group="nb">A caminho de [[wikipedia:Vrindavan|Vrindavana]], [[wikipedia:Chaitanya_Mahaprabhu|Caitanya Mahaprabhu]] fez uma pausa em uma floresta de tamala para meditar. Diz-se que sua iluminação espiritual ocorreu ali. Embora não seja confirmado, esta canção parece ser uma homenagem a esse santo e reformador social bengali do início do século XVI, mais conhecido por sua popularização do kiirtana e por seus esforços para unir as comunidades hindu e muçulmana na Índia.


Kán pete shuni bandhu ámáy
* tamála'''"''' (''তামাল'')  se refere a uma árvore específica da Índia, a Tamal (Garcinia xanthochymus ou Diospyros montana), que tem grande importância na poesia e espiritualidade indiana. O tamála é tradicionalmente associado ao Senhor Krishna e frequentemente aparece na literatura devocional. No contexto do poema, ele não é apenas uma árvore comum, mas um cenário sagrado.</ref>
'''As abelhas, claras e escuras, se reuniam.'''


Kata ráginiite gán je shonáy
'''Unidas pelo sândalo e pelo acorde da melodia,'''
|Constantly He gives the call to novelty;
He sings only of new and newer.


When I listen closely to my Friend,
'''Para Te saudar de coração pleno,'''


Many a melodious song is heard.
'''Elas se juntaram em harmonia.'''
|'''Ele chama sempre para o novo,'''
'''Canta apenas sobre o que é sempre renovado.'''


'''Ao escutar atentamente meu Amigo,'''
'''Naquele ambiente, tomado pelo êxtase,'''


'''Ouço tantas canções em doces melodias.'''
'''Compus meus cânticos para Ti.'''
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== Notas ==
== Notas ==
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== Gravaçōes ==
== Gravaçōes ==
* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1-999-f/___319%20DU%27R%20NIILIMA%27Y%20HA%27T%20CHA%27NI%20DEYE.mp3 canção] Dúr niilimáy hátcháni dey cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse
* Ouça a [https://sarkarverse.org/PS/1-999-f/___320%20NANDANA%20VAN%20MANTHANA%20KARI.mp3 canção] Nandanavana manthana kari, candanamadhu ániyáchi cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse






[[Canção 0319 Dúr niilimáy hátcháni dey|<br />Canção 0319 Dúr niilimáy hátcháni dey]]
[[Canção 0320 Nandanavana manthana kari, candanamadhu ániyáchi|<br />Canção 0320 Nandanavana manthana kari, candanamadhu ániyáchi]]