Utilizador:Manika/Testes
Letra
| Escrita romana | Traduçao para o inglés | Tradução para o português[nb 1] |
|---|---|---|
| Bujhi bá ámár diirgha jáminii
Eta dine hala bhor Eseche prabhát nútan varńe Kare diye vibhor |
My drawn-out night, could it be
At long last it's reached an end? With new color has come morning, Leaving me overwhelmed. |
A minha noite prolongada, será que
Finalmente chegou ao fim? Com novas cores chegou a manhã, Deixando-me impressionado. |
| Geche vibhávarii sabáre ávari
Rekhechila bahu jug Geche se dáminii jáhár damake Káṋpiyá ut́hita buk Áṋdhárer jiiv sare geche járá Ajathá jágáta shor |
Gone is the night blanketing everything;
It had held sway for ages many. Gone is the lightning with its sudden streaks, Making bosoms heave, a-quivering. Scrapped are those who were creatures of darkness, Needlessly creating a commotion. |
A noite que cobria tudo se foi;
Ela dominou por muitos séculos. Os relâmpagos com seus raios repentinos se foram, Fazendo os corações baterem forte, trêmulos. Foram eliminadas as criaturas das trevas, Que criavam agitação desnecessária. |
| Náginiir pheńá viśáy ná váyu
Karál phańáy gráse náko áyu Haraśe drpta jyotite diipta[nb 2] Trpta citacakor |
Serpents' froth does not poison the air;
Lifespans are not devoured by hooded fangs. In the lively glee and shining light, Mind's chukor, it gets satisfied. |
A espuma das serpentes não envenena o ar;
As vidas não são devoradas por presas encapuzadas. Na alegria animada e na luz brilhante, O chukor da mente,[nb 3] fica satisfeito. |
Notas
- ↑ Traduzido por Prashanta Alves
- ↑ Na versão áudio, diipta e drpta estão invertidos; no entanto, a versão impressa[2] parece fazer mais sentido.
- ↑ O chukor, também conhecido como perdiz-de-patas-vermelhas, perdiz-do-Himalaia, maçarico ou bartavelle, é a ave nacional do Iraque e do Paquistão. As referências a ele remontam ao Rg Veda. O chukor tem a reputação de contemplar constantemente a lua e, por isso, diz-se que está apaixonado pela lua ou que bebe o luar. Na mitologia indiana, o chukor simboliza frequentemente o amor intenso, por vezes não correspondido.
Gravaçōes
- Ouça a canção Bujhi bá ámár diirgha jáminii cantada por Krishna Dutta em Sarkarverse