Canção 1604 Mát́ir pradiip jváliye rekhechi
Letra
| Escrita romana | Traduçao para o inglés | Tradução para o português[nb 1] |
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| Mát́ir pradiip jváliye rekhechi
Mát́ir ghare prabhu ájike Ámár balite kichu nái jagate Sár shudhu jenechi tomáke |
I have kept alit a lamp of clay;
Lord, in my clay house on this day, Naught is there in the world to call it mine. You are the sole essence I have realized. |
Eu mantive acesa uma lâmpada de barro;
Senhor, em minha casa de barro neste dia, Não há nada no mundo que eu possa chamar de meu. Você é a única essência que eu percebi. |
| Chilo ná ámár kichu nái je kichu
Chut́echi áshá mariicikári pichu Cáoyá ár ná cáoyá páoyá ár ná páoyá Pralápe vilápe káṋdáy ámáke |
There was nothing mine, no, not a bit...
Rapidly I've left behind the phantasm of expectation. Aspiration or reluctance, success or defeat, Raving and wailing, they but make me weep. |
Não havia nada meu, não, nem um pouco...
Rapidamente deixei para trás o fantasma da expectativa. Aspiração ou relutância, sucesso ou derrota, Delírios e lamentações, eles só me fazem chorar. |
| Tandrá áse pathe mandánile háy
Kusuma surabhi atiiter májhe liin hay Já dekhechi dunayane já bhevechi ánmane Sab niye dhará dáo manakorake |
Alas, with a gentle breeze comes napping on the path;
The fragrance of flowers, it vanishes amid the past. What I've seen with two eyes and what I've only daydreamed, With all that, grant embrace inside budding psyche. |
Ai de mim, com uma brisa suave vem o cochilo no caminho;
A fragrância das flores desaparece no meio do passado. O que vi com meus dois olhos e o que apenas sonhei acordado, Com tudo isso, conceda o abraço dentro da psique em desenvolvimento. |
Notas
- ↑ Traduzido por Kevalinii Martinez
Gravaçōes
- Ouça a canção Mát́ir pradiip jváliye rekhechi cantada por Krishna Dutta em Sarkarverse