Canção 0356 Jhará kusumera vyathá bojho ná
Letra
| Escrita romana | Traduçao para o inglés | Tradução para o português[nb 1] |
|---|---|---|
| Jhará kusumera vyathá bojho ná
Keṋde keṋde mari shukáiyá paŕi Tomár nayan bheje ná |
Don't You know the sorrow of the falling flower?
I wither in tears and drop as I shrivel– How do Your eyes remain dry? |
Não conheces a tristeza da flor que cai?
Eu murcho em lágrimas e caio enquanto murcho- Como é que os Teus olhos permanecem secos? |
| Rúp d́háliyáchi suvás diyechi
Madhura rabhase matáye rekhechi Dehapat́ sane nat́eri matan More nihsheś karo ná |
I've displayed beauty and bestowed fragrance;
I've mesmerized with sweet surges of emotion. Now as I decay, like the wicked, Don't bring me to an end. |
Eu exibi beleza e dei fragrância;
Eu hipnotizei com doces picos de emoção. Agora estou a decair, como os ímpios, Não me leves ao fim. |
| Kali haye chinu tomár manete
Phút́echinu ámi tava hrdayete Rikta paráńe vigata paráge Ámáre bhúliyá jeo ná |
In the bloom of youth, I was in Your mind;
I blossomed in Your heart. As I pass away and when I die, Please do not forget me. |
Na flor da juventude, eu estava na Tua mente;
Eu floresci no Teu coração. Quando eu me for, quando eu morrer, Por favor, não me esqueças.[nb 2] |
Notas
- ↑ Traduzido por Krsna Dias
- ↑ A metáfora da flor nesta canção é tão implacável que só podemos perguntar-nos se é de facto uma metáfora. Uma tradução mais literal deste último verso seria: Como um botão de flor, eu estava na Tua mente; Eu floresci no Teu coração. Pólen gasto, desprovido de vida, Por favor, não me esqueças.
Gravaçōes
- Ouça a canção Jhará kusumera vyathá bojho ná cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse