Canção 0759 Vrajer se din háráiyá geche

Letra

Escrita romana Traduçao para o inglés Tradução para o português[nb 1]
Vrajer se din háráiyá geche

Vrajer gopál ghar cháŕá

Vrajer mádhurii chaŕáye paŕeche

Sárá saḿsáre álo jhará

Álo jhará se je álo jhará

The days of Vraj are gone;

Vraj Gopal renounced his home.

The sweetness of Vraj has been spread;

Around the whole world light was shed...

Light was shed, yes, light was shed.

Os dias de Vraj se foram;

Vraj Gopal[nb 2] deixou seu lar.

A doçura de Vraj se espalhou;

por todo o mundo, a luz brilhou...

a luz brilhou, sim, a luz brilhou.

Vrajer vadhu ná jvále sáṋjhe diip

Vraje varśáy náhi phot́e niip

Vraja kulabálá siṋdura t́ip

Ná pariyá káṋde váńiihárá

Váńiihárá se je váńiihárá

At Vraj, the wives don't light their lamps at dusk,

And in the season of monsoons, the niip flowers never bloom.

At Vraj, the women, a red bindi,

They don't put on; rather, weep they silently...

Bereft of speech, indeed, speech bereft.

Em Vraj, as esposas não acendem mais suas lâmpadas ao crepúsculo,

e na estação das monções, as flores niip não desabrocham.

Em Vraj, as mulheres, um bindi vermelho,

não mais usam; apenas choram em silêncio...

privadas de voz, sim, privadas de voz.

Vrajabalakerá khelá náhi kare

Vrajer dhenu ná trńa mukhe dhare

Trastá harińii cokhe náhi paŕe

Máyákajjal sudhábhará

At Vraj, the boys don't play their games;

And the milch cows take no grass in their mouths.

Timid does, on their eyes no longer falls

Bewitching lampblack filled with ambrosia.

Em Vraj, os meninos não brincam mais;

e as vacas leiteiras não mastigam a relva.

As corças tímidas já não recebem

o fascinante kajal repleto de ambrosia.

Dadhi manthan gopii náhi kare

Satata khoṋje je mákhanacore

Kat́ideshe got́ náhi pare áji

Shire kare karághát tárá

The milkmaids are no longer churning curd;

Ever they seek the butter-thief.

Today, around their waists they wrap no ornamental girdle;

Instead, they only beat their heads.

As leiteiras não batem mais o iogurte;

só buscam o ladrão de manteiga.[nb 3]

Hoje, não enlaçam cintos ornamentais em suas cinturas;

apenas batem em suas próprias cabeças.

Notas

  1. Traduzido por Santosh Bimal
  2. Krishna em sua juventude em Vrndavan.
  3. Na mitologia popular, o jovem Krishna é retratado como o "ladrão de manteiga" (Makhanchor). No entanto, esse epíteto também se aplica ao Parama Purusha (a Consciência Suprema). Como explica Sarkar: "Ele rouba o atma (alma) de uma pessoa, e sua mente nem percebe. Por isso, Ele é chamado de Makhanchor. Assim como a nata é a essência do leite, o atma é a essência do corpo. Ele ‘rouba’ o atma — e assim, Ele é o Ladrão de Manteiga." [3]

Gravaçōes

  • Ouça a canção Vrajer se din háráiyá geche cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse