Utilizador:Manika/Testes
Letra
| Escrita romana | Traduçao para o inglés | Tradução para o português[nb 1] |
|---|---|---|
| Ei bhule jáoyá vrajabhúmite
Tumi ábár eso he murári Áj jamuná ujáne bahe ná Sethá báje náko madhu báṋsharii |
To this neglected land of Braja,
Oh Demon-Slayer, please do come again. Today the Jamuna flows not upstream, Nor does Your sweet flute resound there. |
Para esta terra negligenciada de Braja[nb 2]
Óh caçador de demônios[nb 3] por favor, venha novamente. Hoje o Jamuna[nb 4] não flui rio acima, Nem Sua doce flauta ressoa ali. |
| Kadambatale kare náko khelá
Tava sáthe ár vrajabálakerá Mákhan curir bhayete gopiirá D́háke náko ár kat́orá Tabu tárá ájo mane práńe jáne Tumi kevali táderi |
Under the kadam tree, no play happens
Of the Braja boys with Yourself. The dairymaids in fear of butter's theft, No longer do they hide their goblets; But till now nonetheless, they feel deeply You are always theirs only. |
Sob a árvore kadam, nenhuma brincadeira acontece
Dos meninos Braja com Você. As leiteiras, com medo do roubo da manteiga, Não mais escondem suas taças; Mas até agora, no entanto, elas sentem profundamente Você é sempre só delas. |
| Jamunár tat́e rúperi hát́e
Tamál-kuiṋje gokulera bát́e Oŕnáy mukh d́háká gopiká Shudháy ná kathá tomári |
In markets of cosmetics on the banks of Jamuna,
In groves of bay-leaf trees upon the Gokul paths, The milkmaid's daughter, face encased by orna, Regarding Thee does she ask? |
Nos mercados de cosméticos às margens do Jamuna,
Nos bosques de louro nos caminhos de Gokul, A filha da leiteira, com o rosto envolto em orna, ela pergunta por Ti? |
Notas
- ↑ Traduzido por Ravikánta Schwabe
- ↑ Kanpur, onde essa música foi apresentada, fica na periferia sul de Braja. Na época em que essa música foi apresentada (1984), toda a área geocultural de Braja estava em ruínas devido a uma longa negligência. Esse ainda é o caso hoje.
- ↑ Murá (মুরা) foi um general do rei Narakasura, que atacou Dvaraka, a capital do reino de Krśńa. Segundo a lenda, no dia anterior ao Diipavali (o dia da lua nova do mês de Karttik, aproximadamente de meados de outubro a meados de novembro), a esposa de Krśńa, Satyabhámá, derrotou e matou Narakasura. Entretanto, atribui-se a Krśńa a morte anterior do general de Narakasura, Murá. Por isso, Krśńa às vezes é chamado de Murári (মুরারি). De acordo com a mitologia, tanto Narakasura quanto Murá eram demônios. Portanto, Murári pode ser traduzido livremente como “matador de demônios”.
- ↑ O rio Jamuna está intimamente associado à história de Krsna em sua vida inicial como Vraja Gopal. Na noite tempestuosa do nascimento de Krsna, diz-se que o Jamuna se separou e abriu caminho para o pai de Krsna, Vasudeva, levando Krsna para um lugar seguro. Além disso, Krsna e seus amigos de infância costumavam brincar nas margens do Jamuna.
Gravaçōes
- Ouça a canção Ei bhule jáoyá vrajabhúmite cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse