Canção 0425 Tomár e ki bhálabásár riiti
Letra
| Escrita romana | Traduçao para o inglés | Tradução para o português[nb 1] |
|---|---|---|
| Tomár e ki bhálabásár riiti
Patha páne ceye kata din geche Geche kata vinidra ráti |
What is this style of love that's Yours?
Avidly awaiting Thee, so many days have passed; So many sleepless nights elapsed! |
Que estilo de amor é esse Seu?
Esperando avidamente por Você, tantos dias se passaram; Tantas noites sem dormir! |
| Shishir sikta avacetanáy
Námhárá phul gandha eláy Sandhyábeláy máyá lálimáy Kii avaheláy jhare paŕe jáy Sab bhálabásá rauṋe ráuṋá áshá Bhule gele kon kuhake máti |
Into my dew-drenched subconscious mind
Seeps the scent of an unfamiliar flower. With the rosy lure of sunset, From negligence, it falls aside. All love-tinged expectation Succumbs to the frenzy of illusion. |
Na minha mente subconsciente, molhada de orvalho
O perfume de uma flor desconhecida[nb 2]. Com a atração rosada do pôr do sol, Por negligência, cai de lado. Toda a expetativa amorosa Sucumbe ao frenesi da ilusão. |
| Ogo bedaradii e kon máyáy
Phulad́ore tumi báṋdhile ámáy Bhulite ceyeo bhulite párini Padadhvani áshe rákhi kán páti |
Callous Lord, what is this maya of Yours?
With a strand of flowers, myself You bound. Even wanting to forget, I cannot neglect; In hope of Your footstep, I keep ear to ground. |
Senhor insensível, que maya é este Seu?
Com um ramo de flores, Você me prendeu . Mesmo querendo esquecer, não posso negligenciar; Na esperança de Seus passos, mantenho o ouvido no chão. |
Notas
- ↑ Traduzido por Rámeshvar Farah
- ↑ Este verso é de um poema do romance de Rabindranath Tagore, Shesher Kabita (O Último Poema), escrito em 1928. (Ver aqui.) A obra de Tagore é uma história de amor com um final invulgar, sugerindo um conflito de desejos, espiritual versus material. Como Sarkar tinha grande apreço por Tagore e estava familiarizado com as suas obras, os paralelos entre esta canção e esse romance não podem ser ignorados.
Gravaçōes
- Ouça a canção Tomár e ki bhálabásár riiti cantada por Acarya Priyashivananda Avadhuta em Sarkarverse