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Canção 1897 Ei cháyáviithi priitite tomár

Fonte: Sarkarverse

Letra

Escrita romana Traduçao para o inglés Tradução para o português[nb 1]
Ei cháyáviithi priitite tomár

Mukharita halo tava giiti bhará chande

Ánande apár

In Your love, this same lane that's shaded,

It began echoing Your song, filled with cadence,

And with untold bliss.

Em Seu amor, esta mesma alameda sombreada,

Ela começou a ecoar Sua canção, repleta de cadência,

E de uma felicidade indizível.

Cáo ná kona kichu diye jáo shudhu

Guńáguń náhi dekhe álo d́hále vidhu

Upaciyá paŕe mor korakera madhu

Varańera eki upacár

You don't want anything, You just go on giving;

Good or bad traits unseen, the moon doles out beams.

The nectar of my bud trickles overflowing,

Cordial reception, the one mode of worship.

Você não quer nada, Você apenas continua dando;

Bons ou maus traços invisíveis, a lua distribui raios.

O néctar do meu botão escorre transbordando,

Recepção cordial, o único modo de adoração.

E viithir sheś kathá keha jáne náko

Ádi kotháy chilo bhává jáy náko

Ke bá er sraśt́á ke se rúpadakśa

Kenai bá racaná liilár

The termination of this lane, nobody knows;

And where it had begun, imagination does not go.

Who is its Creator, Who is its make-up artist,

And even what's the reason for Liila making it?

O fim desta alameda, ninguém sabe;

E onde ela começou, a imaginação não alcança.

Quem é seu Criador, Quem é seu maquiador,

E qual é a razão para Liila tê-lo criado?

Notas

  1. Traduzido por Ganesh Thomé Brochado

Gravaçōes

  • Ouça a canção Ei cháyáviithi priitite tomár cantada por Krishna Dutta em Sarkarverse